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Japan101

Apps de Pagamento e Point Cards

MinnaPortal julho 27, 2025 4 min 10 visualizações

Embora muitas pessoas ainda considerem que o Japão usa apenas dinheiro no dia a dia, alguns dados mostram que o pais entrou na era “cashless”, mas com peculiaridades locais. Em 2024, 42,8% do total gasto por consumidores já foi por meios digitais — a meta oficial do governo era de 40% — com cartões respondendo por 82,9% desse volume “cashless”, QR codes por 9,6%, e-money (IC/transportes etc.) 4,4% e débito 3,1%.

Conheca o basico sobre os meios de pagamento digitais no Japão

1) Cartões (chip, “touch”, Apple/Google Pay)

Aceitação: grandes lojas, restaurantes de rede, hotéis, táxis e konbini; pequenos estabelecimentos podem preferir dinheiro. Desde abril/2025, compras com cartão com chip exigem PIN de 4 dígitos (fim da assinatura como verificação padrão; algumas compras pequenas podem dispensar PIN usando apenas a função“touch”).

2) IC cards (Suica, PASMO, Manaca, ICOCA…)

Cartões de transporte pré-pagos que também pagam compras (conveniências, supermercados, redes de fast food). Há opções para turistas (p.ex. Welcome Suica), inclusive versões mobile; as regras de venda e locais específicos de retirada mudam periodicamente — mas normalmente e possivel conseguir um cartao novo nas estacoes de metro, fazendo uma carga inicial de 500 yens.

3) QR codes Apps (PayPay, Rakuten Pay, d-Barai, Paidy…)

Estes aplicativos mobile são muito comuns agora no Japão mas dependem de uma linha de telefone local para cadastro. Amplamente aceitos em konbinis e diversas lojas, estes aplicativos facilitam a vida cotidianta e integram outros pagamentos como contas, impostos e no caso do Rakuten Pay, integram com os demais sites da Rakuten (ex. Rakuten Ichiba e Rakuten Travel). O app Paidy possibilita parcelar as compras facilitando o uso para itens um pouco mais caros.

4) “E-money” de varejo (WAON, nanaco, Rakuten Edy)

Neste caso, se trata de uso pré-pagos muito populares em redes específicas (AEON/WAON, Seven & i/nanaco etc.), com acúmulo de pontos e integração ao Apple/Google Pay.

We wandered the site with other tourists

Yet strangely the place did not seem crowded. I’m not sure if it was the sheer size of the place, or whether the masses congregated in one area and didn’t venture far from the main church, but I didn’t feel overwhelmed by tourists in the monastery.

Headed over Lions Bridge and made our way to the Sofia Synagogue, then sheltered in the Central Market Hall until the recurrent (but short-lived) mid-afternoon rain passed.

Feeling refreshed after an espresso, we walked a short distance to the small but welcoming Banya Bashi Mosque, then descended into the ancient Serdica complex.

We were exhausted after a long day of travel, so we headed back to the hotel and crashed.

I had low expectations about Sofia as a city, but after the walking tour I absolutely loved the place. This was an easy city to navigate, and it was a beautiful city – despite its ugly, staunch and stolid communist-built surrounds. Sofia has a very average facade as you enter the city, but once you lose yourself in the old town area, everything changes.

Clothes can transform your mood and confidence. Fashion moves so quickly that, unless you have a strong point of view, you can lose integrity. I like to be real. I don’t like things to be staged or fussy. I think I’d go mad if I didn’t have a place to escape to. You have to stay true to your heritage, that’s what your brand is about.

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